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Os resultados do Ideb 2017 e o impacto do Jovem de Futuro

 

No dia 3 de setembro, o Ministério da Educação (MEC) divulgou os dados relativos ao Ideb referente ao ano de 2017. Esta segunda onda de divulgação completa as informações sobre o Saeb, que avalia todas as etapas da educação básica, feita na semana anterior, no dia 30 de agosto.

O Ideb do Ensino Médio público (rede estadual) pouco avançou no período 2015-2017, mantendo o mesmo valor (3,5). Nove das 27 unidades da federação sofreram queda deste índice. Em relação ao Saeb, dos 27 estados, 14 tiverem retrocesso nas notas de língua portuguesa e/ou matemática.

Cinco dos seis estados parceiros do programa Jovem de Futuro – Ceará, Espírito Santo, Goiás, Piauí e Rio Grande do Norte – tiveram variação positiva do Ideb no período 2015-2017. Ceará, Espírito Santo e Goiás se destacaram por apresentar variações positivas, respectivamente 0,40, 0,46 e 0,46 pontos no Ideb. Apenas Rondônia, Sergipe e Alagoas tiveram variações da mesma magnitude, respectivamente 0,45, 0,46 e 0,48.

Como o Ideb é composto pela proficiência dos alunos (IN – padronização das notas de língua portuguesa e matemática do Saeb) e pela taxa de progressão (IP – indicador baseado na taxa de aprovação), um sistema ideal deveria ter bons resultados em ambos os indicadores. Onze estados tiveram variações positivas tanto no Ideb como em seus componentes (IN e IP), sendo quatro deles estados parceiros do JF (Ceará, Espírito Santo, Goiás e Piauí).

Para saber mais, acesse “Resumo Técnico – Resultados do Ideb 2005-2017”.

Leia aqui uma reportagem da Folha de S.Paulo sobre o Espírito Santo.

Aqui, coluna da jornalista Miriam Leitão também fala do impacto da gestão nos resultados de aprendizagem.