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De riscos à falta às aulas: o efeito da pobreza menstrual na educação do Ceará e como enfrentá-la

15/10/2021 | Editado em 15/10/2021 14:50

Nas redes estaduais e municipais do Ceará, embora não exista um estudo sistematizado sobre os efeitos da pobreza menstrual, o problema é notório segundo aqueles que atuam diretamente com a educação. Em julho, o Governo Estadual encaminhou à Assembleia Legislativa uma lei que autoriza a distribuição de absorventes a estudantes das escolas e das universidades estaduais. A norma, aprovada e sancionada no mesmo mês, garante dois pacotes de absorventes mensalmente para 115 mil alunas, segundo estimativa da Secretaria Estadual da Educação (Seduc).

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