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Estados que continuam sem aulas presenciais já tinham até quase um terço dos jovens fora da escola

01/06/2021 | Editado em 01/06/2021 12:50

O aumento da evasão escolar é uma das maiores preocupações de especialistas da educação em relação aos efeitos da pandemia. Para eles, a suspensão das aulas e a perda de renda das famílias podem intensificar o afastamento dos jovens dos estudos. Segundo dados do Indicador de Permanência Escolar, lançado nesta segunda (31) pelo Interdisciplinaridade e Evidências no Debate Educacional (Iede), os estados que ainda continuam sem aulas presenciais, já registravam, mesmo antes da pandemia, as mais altas taxas de adolescentes fora da escola.  Segundo mostra o estudo, em todo o país, 18% dos jovens de 16 e 17 anos estavam sem estudar em 2019.

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