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IU realiza formação para supervisores nos estados do Pará e Piauí

09/06/2014 | Editado em 09/06/2014 15:50

O Instituto Unibanco promoveu nos dias 3 e 4 de junho a formação “Supervisão: aprimorando a prática” nos estados do Pará e Piauí. No total, cerca de 90 profissionais receberam a formação, entre supervisores que acompanham as escolas participantes do Programa Ensino Médio Inovador/Jovem de Futuro (ProEMI/JF) e a equipe executora da Secretaria de Educação dos estados.

As formações passaram pelos cinco estados participantes do programa (Ceará, Goiás, Mato Grosso do Sul, Pará e Piauí) durante o primeiro semestre de 2014. O objetivo do curso é oferecer subsídios para o supervisor realizar o acompanhamento da execução das ações previstas pelas escolas no plano de ação. Além disso, busca promover uma reflexão sobre a importância da gestão escolar focada em resultados de aprendizagem dos alunos.

“Na formação os supervisores refletem e aprimoram as possibilidades de análise, trocam experiências, debatem sobre as possibilidades e constroem coletivamente formas de acompanhar a execução das escolas. O foco da supervisão é auxiliar as escolas a darem um salto de qualidade, de forma que isso reflita na aprendizagem dos alunos”, explica Fernanda Erlea, do Instituto Unibanco.

Para a supervisora Kerle Macedo, do Piauí, explica qual a importância do acompanhamento da execução do plano em ação das escolas. “Podemos identificar as dificuldades enfrentadas no cumprimento das atividades. Orientar a escola a corrigir os pontos fracos da execução e potencializar os pontos fortes. Somente se acompanharmos a execução do plano teremos condições de avaliar a qualidade da realização das ações, se estão sendo realizadas de forma adequada ou apenas para cumprir agenda, e se estão alcançando os resultados propostos”, explica a supervisora.

A expectativa é que os supervisores contribuam com os processos internos da escola, que fomentem o diálogo com foco na melhoria de aprendizagem dos alunos e que deem suporte à gestão escolar. “Espero que as ações estratégicas traçadas no plano de ação, a partir do diagnóstico da escola, alcancem os resultados propostos, que realmente atendam às expectativas e necessidades dos jovens, elevem o desempenho escolar e a taxa de aprovação dos alunos, contribuindo para a melhoria da qualidade da educação”, conta Kerle.

 

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