Projetos e iniciativas

Jovem de Futuro

Principal projeto do Instituto Unibanco, o Jovem de Futuro (JF) é uma tecnologia educacional criada em 2007, desenvolvida e testada para estimular o aprimoramento contínuo da gestão escolar, com o objetivo de melhorar os resultados de aprendizagem dos estudantes de escolas públicas de Ensino Médio.

Por meio de parceria com as Secretarias Estaduais de Educação, o Instituto Unibanco oferece assessoria técnica, formação, instrumentos e sistemas aos diversos agentes e instâncias da educação.

A partir das metas definidas para a rede de ensino e para cada escola, os gestores escolares e os técnicos da Secretaria realizam uma leitura do contexto de seus resultados de aprendizagem, produzindo um diagnóstico que, por sua vez, orienta a elaboração de um plano de ação. Então, realizam, monitoram e avaliam as ações planejadas, numa governança que envolve toda a estrutura da Secretaria, inclusive o secretário. Esse processo de monitoramento permite identificar as ações que geram resultados para compartilhá-las com os diversos agentes educacionais, assim como corrigir rotas, alterando as ações que não funcionaram.

O Jovem de Futuro tem o compromisso de influenciar os resultados. E gerar resultados significa que os estudantes estão permanecendo na escola e aprendendo os conteúdos adequados a cada ano do Ensino Médio. Para tanto, o JF associa em sua implementação a constituição de um grupo de escolas que serão beneficiadas pelo projeto e outro grupo no qual ele será implementado posteriormente, de forma a garantir a avaliação de seu impacto.

História

2006

Elaboração da primeira proposta de implantação do Jovem de Futuro e seleção das escolas participantes do teste do projeto.

2007

Primeira implementação do Jovem de Futuro nas quatro escolas selecionadas, situadas na vizinhança do antigo Centro de Estudos do Instituto Unibanco, em São Paulo (SP).

2008

Início da fase piloto do Jovem de Futuro nas redes estaduais de Minas Gerais e Rio Grande do Sul. Essa fase serviu como um laboratório para o projeto, em que foram testadas estratégias e metodologias e medidos seus impactos. Entre esses impactos está a melhoria da aprendizagem dos estudantes em Língua Portuguesa e Matemática. O Instituto Unibanco também assumiu a supervisão direta do projeto, fornecendo recursos financeiros para as escolas.

2009

Implantação do formato piloto do projeto em São Paulo. Reconhecimento do Jovem de Futuro como tecnologia educacional pelo MEC, após o projeto obter bons resultados na fase piloto. Essa validação possibilitou a sua aplicação em larga escala.

2010

Implantação do formato piloto do Jovem de Futuro no Rio de Janeiro.

2011

Estabelecimento de parceria com o MEC e articulação do Jovem de Futuro ao Programa Ensino Médio Inovador, formando o Programa Ensino Médio Inovador/Jovem de Futuro (ProEMI/JF). No mesmo ano, foi criada a Rede Jovem de Futuro, formada pelas escolas que concluíram o ciclo do projeto, com o objetivo de compartilhar o aprendizado adquirido por meio de ações conjuntas e trocas de experiências e de informações.

2012

Implementação em escala do ProEMI/JF nas redes públicas de ensino dos estados de Goiás, Ceará, Mato Grosso do Sul, Pará e Piauí, em parceria com as Secretarias Estaduais de Educação.

Criação do Sistema de Gestão de Projetos (SGP) e do Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA).

2013

Inclusão de um segundo grupo de escolas participantes do ProEMI/JF em Goiás, Ceará, Mato Grosso do Sul, Pará e Piauí. Os processos e ferramentas do projeto passaram por revisão e aprimoramento.

2014

Inclusão do terceiro grupo de escolas participantes do ProEMI/JF em Goiás, Ceará, Mato Grosso do Sul, Pará e Piauí. Em alguns estados, o Jovem de Futuro teve a primeira geração de estudantes do Ensino Médio que concluíram os três anos do projeto.

2015

Início da terceira fase do Jovem de Futuro no estado do Espírito Santo e em novas escolas do Pará e do Piauí. O projeto teve seu formato aprimorado com base na experiência acumulada e no conhecimento adquirido no decorrer das etapas anteriores. No Ceará e em Goiás, o projeto completou o terceiro ano de implementação no formato ProEMI/JF. No Mato Grosso do Sul, o projeto foi descontinuado. Em São Paulo e no Rio de Janeiro, as últimas escolas da fase piloto concluíram o ciclo do Jovem de Futuro.

Lançamento do Sistema Instituto Unibanco de Análise da Rede Estadual de Ensino Médio (SITUA), que disponibiliza informações educacionais para as Secretarias de Educação.

Até 2018, o Jovem de Futuro alcançará

2500


escolas

2 milhões


de estudantes